13.4.09

A carroça, o bonde e o poeta modernista, a mesma história

Não dá pra dizer da fina qualidade da mostra de vídeos Visionários, que abriu hoje na UFSC, sem comentar a incapacidade de um funcionário público ou de uma Universidade, sei lá, para projetar um filme com o mínimo de controle técnico. Não queria insistir demais nisso, preferia elogiar os fillmes da mostra, mas gostaria realmente de saber qual é a dificuldade de projetar um vídeo sobre uma parede. Não estou falando de película, de extrema qualidade sonora, nada disso. É vídeo na parede e um tantinho de som, ponto. Resumindo a ópera: o PC trava no meio do filme de Glauber, o primeiro filme, então reiniciam o PC e voltam o filme no mesmo ponto, então o PC trava outra vez no terceiro curta, então providenciam um DVD - só agora tiveram a idéia? - mas então a sessão reinicia sem som, mais não sei quanto tempo pra arrumar o som com aquele ruído irritando a orelha, e nisso metade das pessoas já tinha levantado, nisso a paciência de todo mundo foi morar no beleléu, fim. A parte boa é que depois a coisa funcionou direitinho durante duas horas e deve continuar funcionando durante a semana inteira, se o Reitor quiser. São filmes que o sujeito vê agora ou não encontra nunca mais na vida.

A programação está aqui; informações sobre a mostra, aqui.

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