2.5.09

Amarelo fofo [um poema curiosíssimo]

Pesquisa no google às vezes cria muita confusão, é divertido. Por exemplo, na primeira vez em que pesquisei o nome de Sérgio Medeiros, meu atual orientador, apareceu um site com uns poemas de Sérgio Medeiros, claro, mas com a seguinte descrição: O autor é um cientista da computação, que vez por outra desiste dos bits e se arrisca a fazer alguns versos - hoje o site aparece como terceira opção, aqui, mas na ocasião foi a primeira. Um dos poemas deste falso Sérgio Medeiros, naturalmente, um dos meus poemas preferidos, chama-se Amarelo fofo, mas também há outros como Poema do medo e Poema cinzento. Logo enviei um e-mail para o mestre dizendo de minha incrível descoberta, com o poema em anexo, óbvio, e ele respondeu algo assim: Amarelo fofo deve ser um soneto heróico sobre um japonês. O pior - ou melhor, já não sei - é que várias pessoas já vieram me perguntar algo do tipo: li os poemas do Sérgio na internet, hm, é isso que você chama de grande literatura?! Certa vez, inclusive, o Sérgio foi convidado para falar sobre literatura no SESC de Florianópolis e a menina que fez sua apresentação, uma atriz meio desinformada, quaaaaase leu o Amarelo fofo. Hoje, para alegria do mestre, o primeiro site que abre são com poemas realmente seus, publicados no site da Germina, aqui.

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