11.7.09

Um tapinha não dói

Se fosse verão, nestas últimas duas semanas, e um curador alemão - um curador, digamos, da próxima Bienal de Arte Exótica de Berlim - chegasse em Florianópolis desinformado (soube da cidade segundo o New York Times, vamos imaginar) mas procurando saber o que anda acontecendo na ilha, assim, em termos de discussão e arte mais extrema - repito, é tudo hipotético - certamente ficaria muito decepcionado mesmo. O curador alemão abriria os nossos jornais, é provável até que faria uma visita no CIC, talvez visitasse alguns espaços de arte, talvez procurasse uma revista com publicações de críticos locais, mas no fim acabaria feliz no Mercado Público experimentando frutos do mar, é certo, de bermuda e havaianas.

O curador alemão não estaria de todo com a razão, mas também não teria culpa, coitado. Está meio impossível saber o que acontece de relevante na cidade em termos de arte e discussão, assim, mais extrema. Somos todos transparentes, afinal. A coisa toda se dilui no mar, nenhuma superfície refrata.

Há algumas semanas, aqui, o historiador (e amigo, não posso esconder) Fernando Boppré, em um exercício de análise sobre a situação do cinema em Santa Catarina, procurou apontar o buraco que existe na história [rasura] do audio-visual produzido por aqui. Boppré nomeia Deus e Diabo, digo, tanto os esforços no sentido de tornar visível um pensamento sobre o cinema - e, em última análise, tornar visível o próprio cinema, o que já é alguma coisa - quanto instituições que simplesmente ignoram qualquer responsabilidade sobre o assunto, leia-se: Cinemateca e MIS. Do MIS não se espera nada, está morto faz tempo. Da Cinemateca, sim, se espera, pois é apenas meio morta. Resultado, até onde sei: meia dúzia de tapas nas costas - tapinhas - e sobretudo um silêncio tumular. Eu diria, em resumo: um tapinha não dói.

Uma semana depois, no Espaço Arquipélago, pela programação do Bloomsday, o ERRO Grupo (que tem como integrantes outros amigos, não posso esconder) realizou uma performance, no mínimo, polêmica. A performance consiste em leiloar performances - dentre elas, um roubo de obra, pichações em alguma parede do bairro e uma cópia de Cildo Meirelles, vendida como inédita - e ainda incluiu, nesta edição, algumas marteladas que danificaram uma parede do Espaço. Até mesmo um pombo da Praça XV teria coisas a dizer a respeito da performance, mas por que ele daria sua opinião em meio a tantas complicações? O caso da falsidade da obra de Cildo é sintomático: alguns atores do grupo repetiram cinco ou dez vezes que se tratava de uma obra inédita, mas ninguém se manifestou.

Uma semana depois, em uma intervenção talvez mais discreta - menos direta - quatro artistas de outras cidades abrem uma exposição no Museu Victor Meirelles, "Gabinete", provavelmente a exposição de Florianópolis que mais me entusiasmou nos últimos meses, embora isto não seja parâmetro pra nada. Por um limite da arquitetura, talvez, as exposições no Victor Meirelles, nos últimos anos, a meu ver, apesar de quase sempre terem muita qualidade, são pautadas por certo comportamento. "Gabinete", diferente, movendo conceitos da baixa cultura, pornografia, discurso barato - o Veado Molhado da exposição não deixa de ser o próprio Victor Meirelles, só não vê quem não quer - parece que consegue conciliar o limite com a inadequação. Na conversa com Rafael Campos Rocha, que aconteceu no dia da abertura, aliás, o artista disse barbaridades muito divertidas, como: "Eu quero que os curadores me amem e me convidem para a próxima Bienal" ou "Mano Brown é um dos artistas mais interessantes do país". Pode-se dizer qualquer coisa, nada acontece.

Nossa cidade, vamos lá, tem um curso de letras, dois cursos de cinema, mais dois de teatro, outro de artes visuais, nossa cidade é uma cidade letrada, há muitos críticos, pessoas com espírito crítico, há escritores de todos os tipos, a pós-graduação em literatura forma não sei quantos doutores por ano, não é pouco, há artistas, centenas de professores, milhares de alunos que estudam arte todos os dias, mas ninguém - e nem o pombo da praça XV - se manifestou publicamente a respeito de nenhum dos três acontecimentos. Nem no orkut, no twitter. O que existe, e isto existe demais, é muita gente emitindo opiniões meio surdas, o que já é alguma coisa, mas não é muito. De fato, não é muito. Aliás, é quase nada. As coisas acontecem como se nada estivesse acontecendo.

Se a arte não é o desvio do consenso, se não deve carregar certo peso da diferença, não sei o que mais pode ser. Fomento de belas artes, talvez, ou crônica de circunstância, algo assim. Se uma instituição ou qualquer lugar que deveria ser crítico não tem capacidade de suportar uma diferença, uma diferençazinha, digamos, e não consegue agregar o mínimo de valor a ela, não consegue movê-la em direção a algum lugar, podemos fechar as portas mesmo e assumir o discurso médio. Nem a Folha de São Paulo conseguiria viver sem atrito. Nem a Rede Globo.

Quer me parecer óbvio que o discurso crítico em nossa cidade é bem desestimulante, pra dizer o mínimo. Nosso imaginário, mesmo o da arte - principalmente, talvez? (seria desastroso pensar sobre isso) - ainda parece ser o do funcionalismo público, em que tudo se resolve na janta. O anonimato, nisso, não é de nenhum modo circunstancial. As mínimas iniciativas de debate aberto não encontram qualquer refração. É que, dizem, há muita luz em Floripa. Então o que resta mesmo é este gesto meio esquizofrênico de debater sobre a inexistência do debate; que ainda considero melhor do que a representação. Enquanto isso vamos vivendo de tapinha nas costas. Não dói. O prestígio fica sendo a mais-valia do agregado. A estas horas, aliás, o curador alemão, muito esperto, já deve ter percebido tudo.

Atualização (15/07): os comentários considerados como ofensas pessoais foram apagados; caso continuem, todos os comentários serão moderados.

51 comentários:

Carlos Sant'anna disse...

Acho que a cidade não aceita mesmo uma diferença, e prefere resolver tudo no jantar... mas as máscaras cairão em um momento ou em outro, bombas explodirão e a falácia chegará. Continue nos preparativos Victor, isso já é um tapinha, e por mais que não dói, dá uma desestabilizada.

Lucian disse...

Pensei em comentar alguma coisa do texto do Boppré quando ele saiu, mas acabei não conseguindo formular nada. Contudo, apesar de algumas ressalvas, achei um texto corajoso e sintomático da situação do cinema local, dado o completo laconismo não só das instituições, mas de qualquer um que tenha ligação com cinema aqui.

Anônimo disse...

só sei que o aconteceu na arquipélago, no blooms, foi um vandalismo total. desde quando quebrar a propriedade alheia é arte? é isso que temos que discutir. o que o curador alemão pensaria disso?

Victor da Rosa disse...

Bem, primeiro você poderia começar definindo pra nós o que é arte. Depois, pode dizer o que entende por propriedade. Porque, pelo teu comentário, está parecendo que você acredita que é arte tudo aquilo que está previsto em lei. É isso? Aliás, você sabe que o anonimato está previsto como crime no código penal?

Anônimo disse...

arte para mim não é quebrar a parede alheia. isso é vandalismo, anarquia, bagunça. ninguém acredita que isso seja arte. ou alguém acredita?

Anônimo disse...

credo, victor, quanta irritação! tá claro que o anônimo acima não vÊ essa intervenção como arte, não está? para quê discutir, se isso é arte ou não é arte? desde que, no início do século passado, alguém definiu que arte é o que se quer que seja, essa discusão já era. pedir para ele definir o que é arte? coisa feia. deixa ele não gostar, ele tem esse direito.
quanto a definição de propriedade, bem que proudhon tentou, mas essa não é tão flexível quanto a arte. então, é tudo aquilo que é de alguém desde que esse alguém tenha uma escritura oficial dizendo que aquilo é seu. mas se a dona da dita casa não se incomodou com o acontecido, realmente, não sei pq o anônimo reclamou os direitos dela. realmente, assim não é vandalismo.
ah, outra coisa, victor, aqui, desde que o dono do blog permita, ser anônimo é legal sim!

ricardo f disse...

pelamor.

onde você está vendo irritação? e onde você viu o victor discutindo o que é arte e o que não é?

no caso, não se trata de uma casa, mas de uma galeria de arte. e a dona, sim, ficou bastante irritada.

Anônimo disse...

Ser anônimo está previsto no código penal, é verdade mesmo? E destruir a propriedade dos outros, não está? Quando se trata de um grupo de vândalos, não é formação de quadrilha? alguém pode me responder isso? Ou esse não é o caso em questão?

Nadia disse...

isso esta muito divertido! vândalos convidados! formação de quadrilha! essa ilha esta precisando mesmo de mais vandalos, mais quadrilhas e mais galerias de arte CONTEMPORANEA... será que alguém por aqui conhece a historia da arte do seculo XX? acho que poderiam começar pelos surrealistas, dadaistas e tentar assimilar que as propostas acontecem realmente na prática e não na teoria. acho que o grupo de vandalos pecou em não martelar mais as cabeças das pessoas... pelo visto é necessário abrir mais a cabeça das pessoas dessa ilhazinha.

Pedro disse...

Cada cidade tem a arte que merece.

Anônimo disse...

QUEBRA TUDO ERRO!

Anônimo disse...
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Lúcia disse...

Um bando! Sórdido bando! Esse grupo é um bando!

Carlos Sant'anna disse...

Quebraram a quarta parede?
Que marginais! Que audácia!

Marquinhos disse...

Gente, calma.
A diretoria da galeria, para quem não sabe, é composta por pessoas que trabalham com artes visuais, são formadas em arte pela universidade, são estudadas. Os organizadores do evento então nem se fala, são muito cultos e tem conhecimento do que existe de mais rico e vanguardista em arte. Todos devem estar tranquilos. Além deles, o Erro já é conhecido por suas peripécias. Esse comentários aqui estão criando um conflito que nem existe. Todos envolvidos são muito esclarecidos, devem estar rindo disso tudo. Parabéns pela abertura e transgressão da galeria, do evento e do grupo por fazerem arte com riscos e que causa reflexões, debates e fofocas.

Edna de Sá disse...

Só sei que a cerveja lá no Bloomsday estava muito boa, quando rola outra cervejada lá? Toda arte rende muito com álcool, eu, por exemplo nem percebi que ocorreram danos lá. Estava tão alegrinha!
Na próxima vez tinha que ter mais opções, Bacardi, Campari e Smirnoff.

Anônimo disse...

nossa! bando? olha o fascismo mostrando as suas garras nesse sórdido, vil e mesquinho circuito de arte catarinense. será que essa tal de lúcia quer arrumar emprego na suposta galeria de arte contemporânea? será?

p.s. quanto ao comentário do marquinhos, quanta ingenuidade batman! você acredita em papai noel?

Pasquale disse...

BANDO
1 ajuntamento de pessoas ou de animais
Ex.: um b. de operários - um b. de aves>
2 os integrantes de um partido ou facção
3 grupo de pessoas que atua em atividades ilegais ou anti-sociais; quadrilha
4 Rubrica: termo jurídico.
reunião de quatro ou mais pessoas com a finalidade de praticar crime(s)
5 Rubrica: etnografia.
conjunto de famílias, permanentemente associadas, que vive em determinada região, com cultura e tradições comuns
Ex.: b. de ciganos

GRUPO DE ARTISTAS?

Anônimo disse...

ao contrário do victor que aplaudiu a performance dos seus amigos, eu só achei que a quebração toda foi é nada original, mas como aqui todo mundo acha que colocou o ovo em pé primeiro, deixa estar... quanto a questão da propriedade e da dona da casa-galeria (sim, ricardo f, o prédio serve para as duas coisas), aliás, de ARTE CONTEMPORÂNEA penso que apesar do prejuízo ela não deveria ter ficado irritada. não foi um invasão desavisada e sim uma performance planejada de pessoas que já fazem um trabalho bastante conhecido na cidade. pode ter sido um erro, mas aí é esperar o erro virar arte e pronto. uma galeria de arte contemporânea tem que ser permitir a essas coisinhas de vez enquanto, senão vira templo (será que é o caso da dita casa?).

Victor da Rosa disse...

Você poderia mostrar onde eu estou aplaudindo a performance?

Quanto à originalidade, você poderia dizer mais sobre isso? Creio que por aí pode haver algo a discutir, mas dizer que é original ou não é original não muda muita coisa.

Um abraço,
Victor.

Anônimo disse...

eu nunca vi o erro grupo, só ouvi falar. tive a oportunidade de ir uma vez nessa casa/galeria. não gostei, achei tudo muito artificial, forçado e blasé. só não vi arte na casa, tem? me parece que criaram essa casa para dividir e aglomerar grupos. conseguiram. agora, a cidade ou está com o erro grupo, ou com o pessoal da casa contemporânea. eu to com o erro e não abro. cito: QUEBRA TUDO ERRO

Anônimo disse...

eu ainda acho que aquilo o que fizeram não foi perfomance, foi vandalismo, baderna. coisa de bando mesmo. cadeia para esses fios desencapados.

Anônimo disse...

Gostar ou não gostar ok, agora não aceitar como arte é um absurdo. A Nadia esta certa, falta assimilação.

Anônimo disse...
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Christiano Scheiner disse...

é porque ainda não criei meu BANDO de bichas loucas para fazer arte contemporânea por aí. aliás, acho a maioria dos artistas contemporâneos heteros demais. outro dia conheci um pedreiro lindo que adoraria arrumar a parede da casa, mas acho que ele acharia a parede torta...

Anônimo disse...

para aqueles quem tem preguiça de pensar e para os que não tem também, vale ler a revista sopro (último post daqui) http://culturaebarbarie.org/sopro/n13.pdf
e a matéria do fabio salvatti a respeito disso tudo. um excerto: "Ao estetizar a sua confrontação, o roubo, o Erro borrou a fronteira entre arte e vida, entre ficção, vandalismo e ação direta, instaurando uma zona de turbulência que deselegitima O DISCURSO (grifo meu) mercadológico-elitista dos espaços de exposição de arte (...) " os organizadores do evento e os diretores do espaço cultural arquipélago exigem, do ERRO, o decoro e o bom comportamento que a melhor arte produzida até hoje nunca teve, e que o grupo nunca prometeu. as ações e a reputação do Erro não querem, nem nunca quiseram, ser pautadas pela reverência ou pelo conforto"

Anônimo disse...

tapinha não dói, e martelinho, dói?

Túlio Lins disse...

aiaiaia! alguém acredita que isso é arte? que comentário mais besta, que idéia mais besta! e porque vandalismo não é arte? e que destruição de propriedade alhei estamos nos referindo? de um espaço para ações artísticas, durante uma ação artísticas, em um local burguês, onde a "quadrilha" foi convidada, estava na programação! acho que quem está dizendo que isso não é arte deveria ser linchado. que pena que são todos anônimos. e essa censurar comentário é o fim, deixa falar, deixa pegar fogo, afinal, agressões são inevitáveis em uma discussão tão agitada. parabéns pela postagem, rendeu algumas risadas por aqui e reflexões que o povo por aqui esta mesmo precisando.

Anônimo disse...

censurar os comentário também é antiético e arbitrário. liberdade de expressão caro blogueiro, quem se ofender com alguma coisa que se defenda. seja honesto e recoloque os comentários retirados à revelia de volta. aonde você quer chegar com isso? que coisa mais tolinha!

Anônimo disse...

dessa vez serei bem sutil, por favor, não censure.
sou fã do diogo di haro.

Anônimo disse...

eu já era fã do diogo, mas não sei porque, agora sou muito mais. infinitamente.

Anônimo disse...

primeiro o autor desse blog escreve um texto pisando em ovos.com muito cuidado para não ferir nem gregos nem troianos. quanto medo de tomar partido. quanto medo de ser sincero e expressar a sua opinião verdadeira sobre o assunto. ou alguém aqui tem alguma dúvida sobre isso.
(vide um texto de coragem sobre o assunto nesse prróprio blog - ver: a revista online sopro e o texto do salvatti) depois começa a censurar comentários que ELE JULGA ofensivo. que vergonha! vai censurar esse comentário também?

Victor da Rosa disse...

Um comentário anônimo cobrando posição é no mínimo muito engraçado, já que se contradiz na própria assinatura. E, de fato, minha principal característica é não tomar partido. Você [?] está coberto de razão.

O texto, está claro, não se refere à performance do ERRO no Bloomsday. É somente uma tentativa de abrir um debate. Se eu fosse escrever sobre a performance, seria em um texto muito maior, no mínimo, pois acho que há equívocos de todos os lados.

Sobre os comentários, acho razoável que as pessoas que têm questões pessoais a resolver usem o telefone ou marquem um café. É no mínimo de má-fé usar um espaço que todos sabemos que está sendo lido, sem se responsabilizar pelo que está sendo dito, pra atacar pessoas que, a rigor, nada tem a ver com a discussão que se propõe. Sim, os critérios são meus, naturalmente.

Anônimo disse...

o meu partido é um coração partido.

to com o victor e não abro.
to com o erro e não abro.
to com tudo e não to prosa.

Anônimo disse...

se a estratégia era abrir um debate sem tomar posição, tu foi feliz. o debate se instaurou e, acirrado. e tu, caro autor, pode sorrir tanto para o BANDO de cá como para o BANDO de lá, pois afinal de contas, não escreveste nada para se comprometer. coube a nós espectadores dessa comédia bufa, fazer esse papel. um boa estratégia para continuar frequentando as festas e eventos sem perder o sorriso.

Anônimo disse...

Que tem o diogo di haro? Não estou entendendo isso... ele não está fora do país? Não deveríamos falar de alguém que não esta aqui presente, o comentário censurado falava algo sobre entendo o diogo... do que? De ir embora? De trabalhar com improviso? Não entendí isso.

André C. disse...

Opa! Chegamos na definição da obra! O anônimo aí, quase um crítico em literatura e performance, deve ser Doutor em Algo, conseguiu categorizar a ação. Como comédia bufa!
Perfeito, parabéns!
Agora que temos uma estética em questão podemos iniciar o debate sobre arte contemporânea?

Anônimo disse...

esse até pode ser o post mais comentado, mas sinceramente, pra mim as discussão desandou de uma tal maneira, que só partindo para a censura.
victor, I love you.

Anônimo disse...

acho que temos que martelar esse assunto até que se esgote completamente. voltemos a ação do erro grupo. por favor! ainda acho que foi a melhor perfomance que vimos por aqui, alguém dúvida disso? a cidade só fala nesse assunto. nos bares, nos cafés, nas universidades, dentro das salas de aulas, nos consultórios de psicanálase (me disseram que tem gente fazendo psicanálase por causa do desse evento ) na colonia santana, na delegacia (pois tem Bandos sendo procurados) no blues velvet, na padaria, em todos os lugares..

Anônimo disse...

moçada. a coisa ainda não acabou. corram todos para o post do cachorro manco. é lá que o bicho tá pegando de verdade.

Anônimo disse...

ta pegando de verdade porque é mais fácil bater em vira-lata que em poddle.

Anônimo disse...

isso é óbvio. porque o poddle sempre tem um dono que diz: sabes com quem está falando? ninguém quer bater no poddle se não perde o espaço contemporâneo mais arcaico de todos os tempos

Anônimo disse...

ufa, ainda bem que essa discussão já acabou. coisa mais inútil.

Anônimo disse...

tas tolo... não acabou não, só mudou de lugar. ainda temos que martelar isso por um bom tempo. até essa turma aprender a tratar o trabalho dos outros com mais respeito. - fui - vou para o post " cachorro manco"

Anônimo disse...

trabalho de quem com mais respeito?

Anônimo disse...

trabalho do Erro obviamente. tem outro em questão?

Anônimo disse...

Mateus Capítulo : 15 -Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.

Túlio Lins disse...

Tem um monte de gente que trabalhou para essa performance acontecer fora esse erro aí. E ninguém fala deles? Eles também precisam de mais respeito!

Jean-Claude disse...

Túlio, não vou responder sua reclamação.
Queria apenas falar para todos que o próximo capítulo dessa novela está em um post de hoje (18/07/09). Nunca acaba, é do tipo mexicana.

Jean-Claude disse...

Só estou fazendo o comentário de número 50. Número recorde, fenomenal, imbatível!
Nos vemos lá no próximo capítulo!

Anônimo disse...

51 - boa idéia