18.3.10

Complexo de Mandrake



O escritor Rubem Fonseca, antes de ontem, segundo notícias de vários jornais, graças a sua mais nova discípula literária, fez uma rara aparição pública, aqui. Depois de Ana Miranda, autora de Boca do Inferno e uma das moças que todo estudante de arquitetura gostaria de ter catado - Ana passou a década de sessenta em Brasília e, segundo meu sogro, fonte segura, arrasava geral - agora é a vez da tal Paula Parisot, carioca e praticamente inédita, mas gostosa também. Em poucas palavras, pra ser discípula do Rubem Fonseca e garantir seu futuro na Companhia das Letras, digamos, a escritora tem que ser boa. Dizem também que Rubem quase adotou a Fernanda Young, mas desistiu bem na época que saiu a Playboy.

Paula está na Livraria da Vila, em Pinheiros, fazendo uma performance e citando Beuys, Abramovic e toda a turma. A moça se confinou em uma caixa de acrílico, no dia 11 de março - como faz sua protagonista, diz - e só sairá no dia do lançamento, quando venderá todos os exemplares disponíveis na livraria. Em depoimento a alguns jornalistas que estavam no local, Rubem Fonseca garante que não se trata de jogada de marketing - fico me perguntando se alguém chegou a lhe perguntar - mas de uma performance séria; e ainda diz: acredito que seja a primeira vez que um escritor faz uma performance, pelo menos no Brasil, mas Rubem provavelmente esqueceu do Carpijenar, que faz uma performance a cada 15 minutos.

6 comentários:

Í.ta** disse...

hahaha.

jogadaça essa!

Anônimo disse...

Boa nota Cacau Menezes.

Anônimo disse...

este anônimo sofre de obsessão.

Mirella Adriano disse...

Só vou perguntar porque já disse ao vivo: e a Patrícia Lima?

hein, hein, hein?

sobre o rubem, qualquer um pode ficar um velho caduco.

Victor da Rosa disse...

é patrícia melo!

sim, a patrícia impõe sérios problemas à minha tese, mas o post já estava pronto...

Mirella Adriano disse...

é verdade, melo, melo. melo lima, esse negócio de m e l intercalado sempre me causam problemas.